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Não era nada disto, o amor

Ao fundo, à direita, duas memórias penduradas por fios de narrativa.
Uma cena bem próxima, à esquerda. Os dois: um móvel e um imóvel.
Ao centro, está um limbo entreaberto.
Vêm-se peças no chão. Ouvem-se os passos. Revêm-se as memórias.
Duas figuras habitam, trazem excertos de vida.
Era isto?

DOSSIER

FICHA ARTÍSTICA

Direção artística e coreografia Joana Franco e Lara Maia
Interpretação Jonathan Taylor e Rita Nogueira
Música Samuel Dias
participação de João Almeida, Moisés Viegas e Gonçalo Naia
edição e montagem de Hugo Henriques
letra de Nazaré da Silva
Figurinos Boglárka Czárán
Registo de imagem Joaquim Leal
Apoios Escola Superior de Dança, Centro de Artes de Marvila e Estúdios Victor Córdon

CURRÍCULOS DA EQUIPA ARTÍSTICA

Joana Franco (1999) concluiu o ensino secundário em 2016, na Escola Artística de Soares dos Reis, no curso de Design de Comunicação, com especialização em Multimédia. Nesse mesmo ano, ingressou na Escola Superior de Dança, na Licenciatura em Dança, a qual concluiu em 2019. Nesse contexto, apresentou as peças Dá-se a mão e elas levam o braço e encontros corporais: exposição temporária, uma co-criação com Lara Maia. Em 2018, estudou na University of Chichester, no Reino Unido, através do programa Erasmus.
Recentemente, fez parte do Júri Escolas do Festival InShadow, apresentou a performance encontros corporais, com Lara Maia, na inauguração da 1ª Bienal da Fábrica do Braço de Prata, participou no Atelier de Criação por Victor Hugo Pontes e fez parte do grupo ENTRAR, uma iniciativa da Culturgest. Atualmente, encontra-se no processo de criação da peça Não era nada disto, o amor, em co-criação com Lara Maia, com apoio da Escola Superior de Dança e dos Estúdios Victor Córdon, e integra a equipa criadora da revista cultural Merge – The Social Magazine.

Lara Maia, Londres, 1998. Bailarina e coreógrafa. Termina o curso básico de música (5º grau) pelo conservatórioCCM/ARTAVE (2013). Estuda Artes Visuais no ensino secundário (2016). Completa o nível Advanced 1 em técnica de dança clássica (RAD) e dança moderna (ISTD). Integra as peças O Coiso de Francisco Pedro (2017), Porque é que o céu é azul? de Liliana Garcia (2018), A Sheik’s Discourse inFragment de Marisa Zanotti (2018) e A Filha do Tambor-Mor - encenação de António Pires e coreografia de Aldara Bizarro (2019). Termina a licenciatura pela Escola Superior de Dança (2019), tendo contactado com profissionais como Sylvia Rijmer, Amélia Bentes, Maria Ramos, Patrícia Henriques, Jácome Filipe e Tom Colin. No âmbito do programa Erasmus, frequenta a University of Chichester – UK (2018), onde estuda com Paula Borges, Caroline Waters e Marisa Zanotti. Em contexto de cursos e workshops, forma-se com Angus Balbernie, Marco da Silva Ferreira, Rafael Alvarez, Victor Hugo Pontes, entre outros. Colabora, enquanto bailarina/performer, em vídeos de Filipa Alves - Pião (2018) e BEING UNCANNY (2019). Juntamente com Joana Franco, apresenta a co-criação encontros corporais, na Bienal da Fábrica (2019) e, presentemente, encontram-se em processo criativo da peça Não era nada disto, o amor. Faz parte do projeto ENTRAR (edição 2019/2020), na Culturgest.

Rita Nogueira começou a dançar aos 5 anos de idade, inicialmente Dança Clássica e, mais tarde, Dança Contemporânea. Após terminar o Ensino Secundário, ingressou no IADE, onde completou a Licenciatura em Marketing e Publicidade. Paralelamente, juntou-se a um grupo de dança contemporânea amador As Marias. Após a Licenciatura, fez um curso de um ano de Produção e Marketing de Eventos, na Restart. Com o intuito de se profissionalizar na área da dança, concorreu à Escola Superior de Dança, terminando em 2019 a Licenciatura em Dança. Trabalhou com profissionais como Amélia Bentes, Victor Hugo Pontes, Maria Antunes, Miguel Ramalho, Elisabete Magalhães, João Fernandes e Ângelo Cid Neto. Participou no Festival Metadança (2018), em Leiria, e na semana Jovens Coreógrafos e Compositores, organizada pelos Estúdios Victor Córdon. Fez Erasmus em Chichester - UK, onde trabalhou com a coreógrafa Mariza Zanotti e uma dupla de coreógrafas canadianas, Olivia e Ayana. Foi intérprete numa curta-metragem e, no seguimento da mesma, desenvolveu uma performance na Galeria Zé dos Bois. Para além disso, trabalha em co-criação com o artista, designer e fotógrafo Joaquim Leal em projetos de vídeo-dança e portfólios de fotografia. Paralelamente, trabalha como hostess.

Jonathan Taylor Almeida, bailarino e performer, desenvolveu as suas competências em teatro e dança nas modalidades de Hip Hop, Jazz Moderno e Contemporâneo. Terminou o ensino secundário em Artes Visuais na Escola Secundária Alves Martins, em 2016, e em 2019 a Licenciatura em Dança da Escola Superior de Dança. Foi certificado com distinção pela International Dance Teachers Association (IDTA) e nomeado pela mesma para o prémio Peggy Harrison Award dos International Theatre Dance Awards 2018, em Manchester. Em 2019, foi-lhe atribuído o Prémio de Melhor Diplomado da Escola Superior de Dança. Integrou como intérprete peças e projetos como O Ponto Vivo de Amélia Bentes, a primeira edição do projeto P.E.D.R.A. com a Culturgest, Porque é que o Céu é Azul? de Liliana Garcia e DCTR - Companhia de Dança, No Silêncio da Primeira Onda de Rafael Alvarez, Step 2 Duplicate de Nuno Labau e Compositores e Coreógrafos, nos Estúdios Victor Córdon, coordenado por Luís Tinoco e Victor Hugo Pontes. Do seu percurso destaca o contacto com Clara Andermatt, Victor Hugo Pontes, Marco da Silva Ferreira, Miguel Ramalho, Elisabete Magalhães, Sylvia Rijmer, Allan Falieri, Shani Mitchell, Abeth Farag, Cristina Planas Leitão, Theo Livesey, Bruno Duarte, Patrícia Henriques, Liliana Mendonça, Barbara Griggi, Tom Colin, entre outros.

Samuel Dias começou os seus estudos musicais em 2003 na escola de Jazz de Torres Vedras, começando pelo piano e passando mais tarde para a bateria. Em 2008, ingressou no conservatório de música Luís António Maldonado Rodrigues em Torres Vedras, continuando os seus estudos de piano onde estudou com Helder Marques. Em 2012, completando o 5º grau do conservatório, mudou-se para Lisboa, tendo migrado da música clássica para o jazz, ingressando assim na escola de jazz do Hot Club de Portugal no curso de bateria, tendo estudado com Joel Silva, Luís Candeias, Afonso Pais, Luis Cunha, André Santos, entre outros. Finalizando o curso de Bateria no Hot Club, quis aprofundar os seus estudos de piano e de jazz, e começou também o curso de piano jazz na mesma escola, tendo tido como professor o pianista Daniel Bernardes. Em 2017, começou a licenciatura em bateria - jazz pela Escola Superior de Música de Lisboa, curso do qual é atualmente finalista, tendo já estudado com Bruno Pedroso, André Sousa Machado, Pedro Moreira, Nelson Cascais, Filipe Melo, Luís Tinoco, Lars Arens. Participou em diversas masterclasses com Michael Lauren, Eric Ineke, Jacob Sacks, Vinnie Sperraza, Sara Serpa, Iñaki Sandoval, Jeff Siegel, Nick Smart e David Liebman. Profissionalmente já trabalhou com nomes como João Paulo Esteves da Silva, Nelson Cascais, Andy Sheppard, Ramon Galarza, Federico Casagrande e Manuel Freire.

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